 |
|
|
|
 |
|
|
 |
Nova Gestão Pública
No seu livro “A cabeça do brasileiro”, Alberto Carlos Almeida chama o brasileiro de “antiliberal” porque segundo os resultados de pesquisas, ele prefere um Estado regulador que produz bens e provê serviços que solucionam os problemas do povo.
Contudo este ideal de um Estado “forte” que se intromete com sucesso na vida cotidiana do cidadão não corresponde à realidade brasileira. Quando o brasileiro tem os recursos necessários, busca soluções privadas para os seus problemas: contrata companhias privadas para garantir a sua segurança, envia as suas crianças a uma escola privada, usa um hospital privado em caso de doença e vai ao trabalho com seu carro individual em vez de usar o transporte público. A explicação desta contradição é fácil: o Estado brasileiro faz muito, mas pouco do que faz, satisfaz os cidadãos. Intromete-se na vida privada das pessoas e limita a liberdade delas substancialmente, mas os resultados da sua intervenção não convencem. Oferece bens e serviços inferiores ao livre mercado e, além disso, bens e serviços caros para a comunidade de contribuintes. Por isso, ninguém escolhe voluntariamente um bem ou um serviço público se é capaz de pagar por uma alternativa privada.
A Nova Gestão Pública (NGP) apresentada nesta brochura é uma tentativa de combinar o pensamento clássico brasileiro de que o Estado é bom e deve regular muito com idéias liberais. O tema em questão será bem definido nos três artigos que seguem. Basta destacar aqui que no conceito da NGP, o cidadão não mais é visto como súdito – uma característica típica de sociedades autoritárias e hierárquicas – mas como cidadão autoconsciente e como cliente – a característica de sociedades democráticas e igualitárias.
Esta obra é uma estréia no sentido de ser a primeira publicação do Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade (FNF) no Brasil na área da política municipal. Isso em si é interessante, já que o Instituto apóia seminários sobre a política municipal há muitos anos, incluindo um seminário sobre NGP que já foi oferecido várias vezes no Rio Grande do Sul e faz muito sucesso.
A brochura em questão destina-se aos participantes dos seminários apoiados pelo FNF que tanto podem ser prefeitos e vereadores quanto jovens que querem entrar na vida política municipal, estudantes de Administração Pública ou qualquer outra pessoa com interesse no melhoramento da governança no Brasil. A nova publicação oferece aos seus leitores, material adicional para melhorar os seus conhecimentos e aplicar o que lêem na prática. Também quer promover discussões sobre uma forma de administração pública que pode tornar mais atraente a política municipal dos liberais no Brasil.
Neste sentido esta nova publicação corresponde aos “temas principais” da FNF para os anos de 2008 a 2011. Um destes três temas principais escolhidos pelo instituto se chama “Liberdade e Sociedade Civil”. O cerne deste tema se encontra no fim desta brochura.
Esta publicação não é somente uma estréia quanto ao tema. Também é a primeira vez que a FNF no Brasil oferece espaço a três jovens autores que além da sua idade, da sua nacionalidade e da sua participação em eventos apoiados pela FNF no Brasil têm em comum dois pontos: pertencem á Juventude Democratas e tomaram parte – dois deles várias vezes - em seminários da Academia Internacional para Dirigentes (IAF) da FNF em Gummersbach, Alemanha. Lá Diego Conti e Danilo Freire de São Paulo e Henrique Sartori de Campo Grande, Mato Grosso do Sul tiveram a oportunidade de familiarizar-se tanto com o conceito da NGP quanto com os ideais e as idéias do liberalismo em seminários que contaram com participantes jovens de todo o mundo.
Depois da sua volta ao Brasil, os três autores entraram em contato comigo com a iniciativa de tornar acessível a outros brasileiros, o que aprenderam na Alemanha. Aceitei esta oferta com grande prazer.
A publicação aqui apresentada aos leitores é, portanto, o resultado deste processo de aprendizagem e de discussão entre Diego Conti, Danilo Freire e Henrique Sartori com lideres e jovens liberais de muitos países do mundo no contexto da IAF. Logicamente apresenta as experiências e opiniões individuais dos autores, não correspondendo necessariamente às posições da FNF. Porém os artigos compilados aqui oferecem aos seus leitores uma boa introdução à Nova Gestão Pública e mostram os benefícios deste modelo para o Brasil. Resta esperar que estimule um debate sobre uma ordem liberal nos municípios deste país.
Rainer Erkens
Diretor Executivo
Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade
São Paulo
Clique aqui para baixar o arquivo em pdf desta publicação
|
|
 |
Liberdade e Propriedade
Propriedade é uma palavra que as pessoas associam frequentemente com riqueza, algo que é importante para aqueles que estão em melhores condições do que a maioria. Propriedade é frequentemente associada ao capitalismo – e é vista como um dos frutos amargos da exploração. Muitos perguntam se os indivíduos deveriam ter direito de possuir grandes porções de terra, minas, lagos, florestas e bancos. Muitos formadores de opinião consideram que a propriedade é uma preocupação materialista e pensam que nós deveríamos nos interessar mais pelo doar e pela compaixão.
Esta publicação do consultor político e educacional alemão Stefan Melnik sobre o tema “Liberdade e Propriedade”, foi traduzida, por solicitação do Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade, por Henrique Sartori.
Clique aqui para fazer download do arquivo do livro em pdf
|
|
 |
Leituras sobre o Liberalismo
Este livro da Friedrich-Naumann-Stiftung für die Freiheit (Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade - FNF) contém uma coleção de textos de alguns dos melhores e mais famosos autores liberais dos últimos três séculos. Expõe temas tão diversos como a tolerância, um dos princípios mais nobres do liberalismo, a educação, a justiça e o livre comércio.
Os textos foram escolhidos por Detmar Doering, diretor do Instituto Liberal da FNF. Graças ao seu trabalho este pequeno livro, que se apresenta com o modesto título “Leituras sobre o Liberalismo”, reflete tanto a riqueza como a profundidade do pensamento liberal. Deve ajudar as pessoas que têm interesse em conhecer as bases do liberalismo e procuram uma primeira orientação geral. Deve ajudar as pessoas que querem familiarizar-se com alguns dos temas específicos e autores principais da idéia de liberdade. E por fim, deve ajudar as pessoas que buscam bons argumentos na confrontação com correntes políticas opostas à liberdade.
O livro original foi publicado na Alemanha no começo dos anos noventa do século passado. Foi então traduzido par o português para ser usado no trabalho da Fundação no Brasil.
Essa nova edição, de 2009, contém algumas alterações. Como Diretor executivo da Friedrich-Naumann-Stiftung für die Freiheit no Brasil desde o início de 2007, escrevi este novo Prefácio, mas também deixei na nova edição a introdução original de Detmar Doering. Acrescentei também um novo artigo sobre o tema “Liberdade e Desenvolvimento”, sobre cujo tema já falei em várias ocasiões em conferências e seminários. No Brasil existe grande interesse nesse aspecto da liberdade que, com certeza, é um dos pontos mais fortes do liberalismo: o de que ele estimula o desenvolvimento.
Espero que, como a sua antecessora, a nova edição de “Leituras sobre o Liberalismo” seja útil para todos os brasileiros que, juntos com a FNF, desejam difundir a nossa idéia de liberdade neste país e em todo o mundo.
Rainer Erkens
Diretor Executivo
Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade
São Paulo
Clique aqui para fazer download do arquivo do livro em pdf
|
|
 |
Como utilizar a mídia para suas idéias políticas
Esta obra do Estrategista em Marketing e Vendas, Glauber Robson, é direcionada àqueles que desejam com eficácia, tornar as suas idéias conhecidas e precisam aprender como fazê-lo. Neste contexto, Glauber Robson dá alguns exemplos simples de utilização da mídia. O livro foi publicado pelo Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade.
Glauber Robson é formado em International Business (EUA) e Master Practioner em Programação Neurolinguística (PNL), com larga experiência nas áreas de marketing, vendas e negociação e autor de livros e artigos sobre o tema.
Clique aqui para fazer download do arquivo do livro em pdf
|
|
 |
Por que é tão difícil ser um político liberal: Argumentos, recomendações e dicas
A idéia de escrever este texto surgiu há algum tempo como conseqüência de várias experiências e observações. Como funcionário da Friedrich-Naumann-Stiftung für die Freiheit (Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade - FNF), eu tive, e sigo tendo, a chance de tomar parte em muitos eventos políticos em diversos países, como Alemanha, Brasil, África do Sul, Uruguai, Senegal ou Suíça, em alguns casos como palestrante, em outros como observador ou como parte do auditório. Muitas vezes tenho a impressão de que não é fácil para Liberais tomarem parte em discussões a não ser que sejam exclusivamente para liberais.
Quando os Liberais assumem uma posição dura, promovendo e defendendo os valores e princípios clássicos do liberalismo, são atacados com grande veemência por outros palestrantes ou por pessoas do auditório. Desse modo, depende muito do talento individual do palestrante liberal sair ou não do evento sem grandes nódoas negras. Quando os Liberais escolhem uma linha mais suave, mais pragmática, recebem menos críticas. Nesses casos, contudo, tenho, freqüentemente, a inquietação de que o liberalismo não é bem apresentado, parece que algo se perde. Em ambos os casos, a impressão que prevalece é a de que o palestrante liberal não atingiu os seus objetivos. Não conseguiu convencer o público das vantagens da solução liberal que estava recomendando.
À primeira vista, essa experiência parece estranha. Como muitos outros idealistas que entram na briga política, eu costumava pensar que uma mensagem como o liberalismo, para mim tão boa e tão auto-explicativa, deveria ser bem-vinda e aplaudida, senão por todos então pelo menos por muitos. Mas isso não corresponde, em muitos eventos, à atitude bastante hostil dos outros palestrantes e de grande parte do público.
Este texto é um ensaio para explicar por que os Liberais têm esses problemas. Por que não conseguem convencer mais pessoas do valor das suas propostas. Este texto quer explicar – mas não justificar! – por que alguns Liberais preferem se manter no conforto de um mundo composto só de correligionários ao invés de entrarem nos holofotes desagradáveis do debate público com adversários e inimigos políticos.
Rainer Erkens
Diretor Executivo
Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade
São Paulo
Clique aqui para fazer download do arquivo do livro em pdf
|
|
 |
"As seis Lições" de Ludwig von Mises completam 50 anos
Nos fins de 1958 Ludwig von Mises, um dos mais distintos pensadores liberais do século XX, proferiu seis conferências em Buenos Aires, Argentina, sobre uma política econômica liberal. Nessa época a Argentina se encontrava no começo de uma democracia fraca após anos sob a ditadura de Juan Domingo Peron. A ideia foi apresentar as bases do liberalismo a um público muito amplo, além dos círculos de especialistas que normalmente participam de debates sobre temas econômicos e sociais. Por isso, Mises utilizou uma linguagem bastante fácil. Também usou muitos exemplos concretos e corriqueiros para ilustrar as suas ideias. E como sempre não usou modelos matemáticos complicados.
Em 1979, seis anos após a morte de Ludwig von Mises, a sua viúva decidiu publicar as conferências, que mais tarde se tornaram bem conhecidas entre os Liberais, com o título: "Seis lições" enquanto que o tema oficial do livro foi (em língua portuguesa) "Política econômica - pensamentos para hoje e amanhã". Os seis capítulos ou "lições" do livro se chamam: "Capitalismo", "Socialismo", "Intervencionismo", “Inflação", "Investimento estrangeiro" e "Política e ideias".
Cinquenta anos depois da visita de Ludwig von Mises à Buenos Aires, vale a pena recordar-se das suas lições. Por serem escritas numa linguagem fácil, elas apresentam uma introdução muito boa ao pensamento liberal para iniciantes que querem se familiarizar com o liberalismo. Felizmente existe uma tradução para o português, feita pelo Instituto Liberal do Rio de Janeiro, onde ainda se pode comprar o livro, que tem menos do que 100 páginas.
Para mencionar só um exemplo da riqueza do pensamento de Ludwig von Mises, gostaria de repetir algumas frases da lição sobre o socialismo, onde ele corrige o falso preconceito respaldado pela esquerda, de que os empresários governam num mundo capitalista:
"Liberdade na sociedade significa que um homem depende tanto dos demais como estes dependem dele. A sociedade, quando regida pela economia de mercado, pelas condições da economia livre, apresenta uma situação em que todos prestam serviços aos seus concidadãos e são, em contrapartida, por eles servidos. Acredita-se que existem na economia de mercado chefões do sistema econômico que não dependem da boa vontade e do apoio dos demais cidadãos. Os capitães de indústria, os homens de negócios, os empresários seriam os verdadeiros chefões do sistema econômico. Mas isso é uma ilusão. Quem manda no sistema econômico são os consumidores. Se estes deixam de prestigiar um ramo de atividades, os empresários deste ramo são compelidos ou a abandonar sua eminente posição no sistema econômico, ou a ajustar suas ações aos desejos e às ordens dos consumidores".
Resta ainda mencionar algumas dados sobre a vida de Ludwig von Mises. Nascido em 1881 na cidade de Lemberg (que nessa época fazia parte do Império Austro-Húngaro, ao passo que hoje fica na Ucrânia) graduou-se em Direito e depois em Economia na Universidade de Viena. Já na Áustria, depois da Primeira Guerra Mundial, foi difícil para ele, tanto como Liberal tanto como judeu, fazer uma carreira universitária. Em 1934 deixou a Áustria para viver primeiro na Suíça e depois, a partir de 1940, nos Estados Unidos da América, onde novamente teve que lutar para arranjar um trabalho adequado. Só em 1949, já com 68 anos, foi nomeado professor em uma das universidades de Nova York. Terminou a sua carreira universitária com 87 anos, em 1969, e morreu em Nova York em 1973. Ludwig von Mises é um dos representantes mais extraordinários da chamada "Escola Austríaca" de Economia. Entre as suas publicações se encontram os seguintes títulos traduzidos para o português: "Socialismo" (1922), "Liberalismo" (1927), "Burocracia" (1944) "Ação humana (1949), "A mentalidade anti-capitalista" (1956) e "Teoria e história" (1957).
Para adquirir o livro, entre em contato com o Instituto Liberal do Rio de Janeiro (http://www.institutoliberal.org.br):
Rua Maria Eugenia, 167 - Humaitá
22261-080 - Rio de Janeiro/RJ
Tel./ (Fax): (21) 2539-1115
|
|
 |
Doze regras simples para se tornar um político bem-sucedido
Como uma fundação que trabalha em favor da política liberal, o Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade (FNF) está envolvido com consultoria política no mundo todo. Em mais de 50 países, em todos os continentes, exceto na Austrália, trabalhamos com liberais e partidos liberais em favor de nossos objetivos e ideais comuns: a proteção dos direitos humanos, a promoção do Estado de Direito, o fortalecimento da democracia liberal e o livre mercado. Infelizmente, no entanto, experiências mostram que a política é um cemitério de pessoas com boas idéias e intenções nobres. Muitos liberais, por exemplo, sabem exatamente o que está errado em seus países e têm conceitos muito convincentes e inovadores para a solução de problemas – e, no entanto, no campo da batalha política, eles perdem. Nós, do Instituto Friedrich Naumann para a Liberdade, a representação no Brasil da Fundação Friedrich Naumann, não aceitamos isto como um destino inevitável. Nós acreditamos que bons liberais têm chance real de se tornarem, e se manterem, políticos bem-sucedidos se seguirem algumas regras simples, que irão ajudá-los a tornar os seus sonhos realidade, melhorarão o apoio que recebem dos eleitores e vencerão seus opositores políticos.
Este trabalho se destina àqueles liberais dedicados que, individualmente ou como membros de um partido liberal, desejam se tornar bem-sucedidos; liberais que desgostam da experiência de que frequentemente boas pessoas perdem contra políticos da situação que têm pouco mais a oferecer do que o instinto e promessas populistas de atrair eleitores. Este trabalho deveria, portanto, ser de particular interesse a jovens liberais que se encontram no começo do que, espera-se, seja uma carreira na política. E ainda, deve ser de utilidade aos liberais que já estão envolvidos na política.
Nos capítulos deste livro, você encontrará doze regras simples com algumas explicações. Quando ler as regras, você logo perceberá que não são misteriosas, muito sofisticadas ou elitistas, mas simples e fáceis de seguir. Como em qualquer aspecto da vida humana, seja negócios, educação, amizades ou o casamento, na política, as verdadeiras receitas para o sucesso são surpreendentemente simples e podem ser aplicadas por qualquer um que esteja disposto a fazê-lo. Para tornar as regras mais relevantes, é dada muita atenção à aplicabilidade prática e a exemplos concretos.
Rainer Erkens, o autor, não pretende que a lista de regras simples seja exaustiva; nem clama que todas as regras possam ser aplicadas em quaisquer situações independentemente de antecedentes históricos, contexto regional ou características nacionais e padrões de comportamento. Mas o autor está convencido de que, se você seguir as regras como aqui estão dispostas, logo verá que não apenas alcançará mais sucesso, como também que a política se tornará cada vez mais interessante e recompensadora.
Clique aqui para fazer download do arquivo em pdf
|
|
 |
Desenvolvimento não se compra
Quase 2,5 bilhões de dólares foram expendidos até o momento, no mundo todo, em ajuda para o desenvolvimento. Mas por que os resultados até agora são tão pouco convincentes?
Para Rainer Erkens, futuro Diretor do Instituto Friedrich Naumann no Brasil, ex-Diretor no Uruguai e ex-Diretor-Regional na África do Sul da Fundação Friedrich Nauman, os problemas da política de desenvolvimento estão nas equivocadas aceitações nas quais estas políticas se baseiam. Por meio de 15 teses, ele apresenta de uma maneira bastante simples, até mesmo para leigos, o que na concepção de muitos políticos para o desenvolvimento e para o público em geral é dúbio ou, às vezes, até mesmo errado, e sobre quais instáveis bases movimentam-se os autodenominados especialistas na discussão sobre a superação do subdesenvolvimento.
Para as teses apresentadas está também a idéia de que o desenvolvimento pode ser comprado e deveria vir de fora, assim como a crença de que para os problemas das nações em desenvolvimento fatores culturais são determinantes, ou a idéia de que simplesmente o protecionismo por parte das nações industrializadas e as dívidas teriam culpa no fato de que algumas nações apresentam tão baixo desenvolvimento.
Mas Rainer Erkens não se contenta somente em criticar os erros; em vez disto ele demonstra claramente onde os liberais devem procurar o ponto de partida para uma efetiva e eficiente política de desenvolvimento. Para ele, a política de desenvolvimento é efetiva, sobretudo quando se torna o mais rapidamente possível desnecessária, justamente porque o parceiro é desenvolvido. Em muitos lugares estamos bem longe disto.
A luta contra a pobreza ocupa um lugar especial nesta nova publicação. Nesse ponto, Rainer Erkens é bastante crítico com a corrente concepção que se tem dos mais pobres e com a correta ajuda para eles. Ele argumenta que as pessoas do terceiro mundo (e isto inclui exatamente os pobres) não precisam de nenhum cerco de cuidados vindo dos ricos e de nenhum endereço pomposo de solidariedade. Para encontrar a saída da pobreza e subdesenvolvimento, eles precisam em primeira instância de estímulo e chances no seu próprio ambiente. Haverá ambos se as pessoas puderam pensar e agir livremente, se a propriedade for protegida, se reinarem as relações de estado de direito e a abertura de mercados. Mas exatamente isto tentam impedir os cerceadores de reformas em suas diversas facetas: de políticos até funcionários públicos corruptos, representantes sindicais e monopolizadores até líderes religiosos. Para eles competitividade e economia de mercado são obras do diabo, porque lhes tira a chance de continuar explorando os pobres e agir para a manutenção do próprio poder. Subdesenvolvimento e é, neste sentido, sempre um indício e um resultado de perda de liberdade e dependência.
A ajuda para o desenvolvimento que aqui utilizada, que defende a liberdade, propriedade, estado de direito e a economia, é colocada a partir da visão de Rainer Erkens, de forma bastante conveniente. “Quem cria estímulo e chances, mostra às pessoas o caminho para a saída da pobreza, dependência e falta de liberdade, sem que seja preciso distribuir muito dinheiro em nome da irmandade ou da igualdade”.
Está publicação já está disponível em português no Instituto Friedrich Naumann.
Clique aqui para fazer download do arquivo em pdf
Para exemplares em alemão, entre em contato com Das Liberale Institut
|
|
 |
Viagem ao Mundo do Empreendedorismo - 2° Edição
Uma segunda edição deste livro será lançada no XI. CONAJE, de 23 a 25 agosto de 2006, em Florianópolis, pelo Instituto de Estudos Avançados – IEA em parceria com o Instituto Friedrich Naumann e a Conferederação Nacional dos Jovens Empresários - CONAJE.
A primeira edição foi lançada em novembro de 2003, no contexto do IX. Congresso Nacional dos Jovens Empresários - CONAJE .
Este livro é direcionado aos empreendedores que têm o desejo de transformar suas vidas.
Nele, você encontra orientações para ajudá-lo a desvendar os caminhos para iniciar o seu empreendimento com sucesso.
Abordando os principais temas a serem considerados pelo novo empreendedor, o livro divide-se em nove capítulos:
1. O Empreendedor – discute e estimula o desenvolvimento das
principais características do empreendedor.
2. Como identificar novas oportunidades de negócios – aplica técnicas
de desenvolvimento da criatividade na identificação de novas idéias e
oportunidades de negócios.
3. A empresa orientada para o cliente – mostra a relação com o cliente
como um dos fatores determinantes do sucesso de um negócio.
4. Relações humanas na organização – apresenta a importância das
relações humanas dentro da empresa como um dos elementos responsáveis pelo seu
sucesso.
5. Planejamento e busca de recursos para o novo negócio – apresenta o
planejamento do novo negócio e as alternativas para a falta de recursos
financeiros.
6. Aspectos legais, registro de empresas e aspectos tributários –
informa sobre as questões práticas da criação de uma nova empresa.
7. Estudo de mercado – traz os passos para a realização de um estudo
visando conhecer o mercado no qual o empreendedor pretende atuar.
8. Plano operacional – mostra como deve ser montada e organizada a
parte operacional do negócio.
9. Aspectos financeiros – orienta para a análise de toda a parte
financeira: investimentos, custos e resultados do novo negócio.
Onde encontar:
Clique aqui para fazer download do arquivo em pdf
|
|
 |
Microcrédito - Captando Recursos para o seu Negócio
Editado pelo Instituto de Defesa dos Direitos Humanos e Estudos da Cidadania - Rio Human Rights em parceria com o Instituto Friedrich Naumann
Não adianta aprender a pescar se não sabemos onde ficam os peixes e muito menos se não tivermos os instrumentos elementares para a pesca. Esta é a razão pela qual estamos publicando este livrete. Com ele, o Rio Human Rights, complementa as iniciativas realizadas durante os eventos de preparação e de capacitação, objetivando ajudar a viabilizar as idéias que surgiram ao longo dos inúmeos encontros, capacitando você, através de mais informações, sobre uma das mais importantes modalidades de captação de recursos: o microcrédito.
Pedro Paulo Carvalho Teixeira
Rio Human Rights
Clique aqui para fazer download do arquivo em pdf
|
|
 |
Faça Valer o Seu Direito!
Editado pelo Instituto de Defesa dos Direitos Humans e Estudos da Cidadania - Rio Human Rights
Faça Valer o Seu Direito! sintetiza alguns direitos dos cidadãos, que na maioria das vezes, não sabem que podem usufruir deles. Esta publicação pretende, de maneira agradável, clara e objetiva, por meio de perguntas e respostas, acabar com diversas dúvidas que certamente já atormentaram muitas pessoas. Esperamos que ela atinja seu objeto, assegurando o cesso fácil à informação e minimizando possíveis dores de cabeça aos cidadãos que buscam, com a ajuda do "Poder Local", dignificar o que é de direito.
Eduardo Paes - Presidente do Instituto Rio Human Rights
Clique aqui para fazer download do arquivo em pdf
|
|
 |
Manual do Moderador - Facilitando a Aprendizagem de Adultos
Autores: Cristiano J. C. de Almeida Cunha e Luiz Alberto Ferla
Editado pelo Instituto de Estudos Avançados - IEA
Estamos vivenciando uma nova era para os moderadores de processos de aprendizagem de adultos. A despeito de algumas opiniões, esses profissionais estão tornando-se cada vez mais importantes na nossa sociedade e, principalmente, nas organizações. Os novos desafios que eles enfrentam na era do capital demandam capacidade que somente aqueles dispostos a ir além do tradicional poderão enfrentar.
Este livro trata-se de uma coletânea de modelos e técnicas compiladas de maneira original e prática, que explicam como se tornar um bom facilitador.
O Manual do Moderador revela as estratégias e técnicas que estão por trás dos facilitadores de sucesso. Mais importante: o texto traz lições valiosas sobre todas as etapas necessárias para que se organize o processo de moderação da aprendizagem de adultos. As dicas aqui apresentadas podem ser utilizadas em várias situações: na educação política de adultos, na educação de executivos e gerentes, para facilitar a aprendizagem de líderes políticos e comunitários, etc.
O material disponibilizado foi amplamente utilizado e testado, no Brasil, por pessoas que orientaram e/ou trabalharam em projetos de educação de adultos patrocinados pela Friedrich-Naumann-Stiftung - FNSt/Brasil e realizados pelo Instituto de Estudos Avançados IEA.
Onde encontrar: www.iea.org.br
|
|
 |
Sobre a Dimensão Social da Política Liberal
Autor: Hubertus Müller-Groeling
Editado pelo Instituto Friedrich Naumann
O texto Zur Sozialen Dimension Liberaler Politik 9Sobr a Dimensão Social da Política Liberal), originalmente em alemão, corresponde a uma impressão parcial da publicação de OTTO GRAFF LAMBSDORFF, Freiheit und Soziale Verantwortung - Grundsätze Liberaler Sozialpolitik (Liberdade e Responsabilidade Social - Fundamentos de uma Política Liberal Social)
Onde encontrar:
Clique aqui para fazer o download do arquivo em português
Clique aqui para fazer o download do arquivo em alemão
|
|
 |
Princípios da Política Social Liberal: 12 teses com explicação de Gerhart Raichle
Editado pelo Instituto Friedrich Naumann
O texto "Grundsätze Liberaler Sozialpolitik - 12 Thesen mit Erläuterungen von Gerhart Raichle", originalmente em alemão, corresponde aos comentários do Dr. Gerhart Raichle, Diretor do Instituto Liberal da Fundação-Friedrich-Naumann, sobre os Princípios da Política Social Liberal adotados pela diretoria da Fundação-Friedrich-Naumann.
Onde encontrar:
Clique aqui para fazer download do arquivo em português
Clique aqui para fazer download do arquivo em alemão
|
|
 |
Prússia: Um balanço
Autor: Christian Graf von Krockow
Editora: Mackenzie
Iniciativa da Coordenação da Pós-Graduação em Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que em parceria com o Instituto Friedrich Naumann criou o Centro Alemão de Estudos Liberais. Este livro é o primeiro de uma série que será publicada pela editora Mackenzie.
Prússia: um balanço, obra de Christian Graf von Krockow, publicada originalmente em alemão com o título Preussen: Eine Bilanz, pretende analisar a Alemanha pós-reunificação, baseando-se na formação histórica do povo germânico.
Esse é o aspecto principal de Prússia: um balanço - uma profunda reflexão acerca de aspectos políticos, sociológicos e jurídicos, baseada na retrospectiva histórica da nação alemã.
Onde encontrar:
Os livros das Editora Mackenzie podem ser adquiridos nos seguintes endereços:
Livraria Mackenzie
Rua Itambé, 45 - Ed. 18 e 19 - São Paulo - SP
Tel. (11) 3236-8754
http://www.mackenzie.br
Editoria Cultura Cristã
Rua Miguel Teles Jr., 382 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3207-7099
Fax: (11) 3209-1255
http://www.cep.org.br
|
| |
|
|

|
|
Copyright © 2007 Instituto Friedrich Naumann
O Instituto Friedrich Naumann não se responsabiliza pelo conteúdo que se encontra nos links de terceiros.
|
|